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作词 : Daniel Ferreira |
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作曲 : Diego Sousa |
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[Verso 1] |
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Se a vida é puta |
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Tu trata-a como ela gosta |
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Explora o máximo e lucra de quem com ela goza |
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Vens para foder, meu irmão |
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Aproveita ao máximo |
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Ela faz-te perder tudo o que falsos evitam rápido |
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Minha mãe ensinou-me a dar o extremo pelo básico |
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Chorar adianta se for para temperar comida no prato |
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Postura que me honra |
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Sigo-a de modo rígido |
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Onde moro, o céu é cinzento |
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Quando brilho, só fica tímido |
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Vontade de vencer é ligação de tudo isto |
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Somos todos feitos do mesmo |
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Mas só quem é forte resiste |
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É isso que distingue o diamante da grafite |
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Queres deitar-me abaixo? |
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Anda, desafio-te |
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Aquilo que um guerreiro nunca perde é a honra |
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Queres me ver no chão |
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Então espera por que morra |
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[?] mostrar com a família, a tropa, a zona |
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Viste quantos como eu a dar tudo por esta pomba? |
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[Refrão] |
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Esquina é cabo das Tormentas |
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Adamastor não ressona |
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Toda gente tem sonhos, nem todos lhes dão forma |
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Vitória só alcança quem não se conforma |
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Pega na matéria que te motiva e transforma |
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A partir daí há um caminho |
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Que se define dentro de ti |
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Algo que vive, eu próprio senti |
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[mantenhamos?] juntos, não parto sem ti |
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Bambora! |
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[Verso 2] |
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Conquistar o mundo |
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E acreditar que no fundo |
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Tamos para fazer história, tropa (Bambora!) |
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Quem não tem nada a perder |
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Tem a ganhar tudo |
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Quem está comigo nesta merda, levante o punho |
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É para fazer acontecer a partir de agora |
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Voltar a trazer o hino de outrora |
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Quando vai por água abaixo |
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Herói do mar não se afoga |
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É para matar ou para morrer, tropa (Bambora!) |
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Não olhes para o céu |
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Porque deus também olha para cima |
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Cada um sabe a merda que fez para a ajuda divina |
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Para tentar criar o paraíso |
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Não percas tempo a chorar com os mortos |
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É preferível sorrir para os vivos |
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Trabalhar para criar solos firmes |
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E ganhar força nos braços |
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Para abraçar nossos filhos |
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Ontem caímos, hoje estamos tristes |
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Amanhã contamos |
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Como tornamos dias maus em dias mais felizes |
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[Refrão] |
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Esquina é cabo das Tormentas |
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Adamastor não ressona |
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Toda gente tem sonhos, nem todos lhes dão forma |
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Vitória só alcança quem não se conforma |
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Pega na matéria que te motiva e transforma |
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A partir daí há um caminho |
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Que se define dentro de ti |
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Algo que vive, eu próprio senti |
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[mantenhamos?] juntos, não parto sem ti |
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Bambora! |
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[Verso 3] |
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Por quem me ama e me adora |
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Desde outrora sem a história |
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Da glória que gera, gera na hora |
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A minha oração ora por quem não me ignora |
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Quando a fama se evapora |
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Não me abandona |
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Contorna a merda comigo |
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Dá forma ao meu perigo, por esse eu mato |
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Por esses eu vivo |
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Entre esses sem interesse |
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Eu [?] a vida de um filho |
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O que é que eu queria |
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É uma via para me dar o que havia |
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Na zona onde eu via, ouvia que a rota termina |
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Com uma pena [?] em cima |
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Fábrica ou oficina |
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Sem sonhos na retina |
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Preso a uma rotina, eu reti na |
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Primeira lição [?] assassinasse assassino aos homens que estão |
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A fazer questão de mudar o que [?] |
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E é preciso manter os sonhos vivos |
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E não baixar os braços |
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Então não esqueças a missão que te move |
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Corre e não pares sem desanimar |
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Os objetivos só fazem sentido |
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Se os alcançares |
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[Refrão] |
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Esquina é cabo das Tormentas |
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Adamastor não ressona |
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Toda gente tem sonhos, nem todos lhes dão forma |
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Vitória só alcança quem não se conforma |
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Pega na matéria que te motiva e transforma |
|
A partir daí há um caminho |
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Que se define dentro de ti |
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Algo que vive, eu próprio senti |
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[mantenhamos?] juntos, não parto sem ti |
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Bambora! |